Não sei por que ainda me chama a atenção…

Publicado em Geral por Carlos Eduardo Hock Selhorst, em 30/Outubro/2009

 

 

 

Publicado em Posts sem título... por Carlos Eduardo Hock Selhorst, em 11/Setembro/2009

ban2

Me jogar a sarjeta imunda
Não é a melhor opção
Mas enquanto a vida não muda
Optei por viver na solidão

Me jogar a sarjeta imunda

Não é a melhor opção

Mas enquanto a vida não muda

Optei por viver na solidão

Publicado em Posts sem título... por Carlos Eduardo Hock Selhorst, em 10/Setembro/2009

“A noite cai
O frio vem
Onde estais
Não tem ninguém…”


A noite cai

O frio vem

Onde estais

Não tem ninguém…

Ausente por um tempo

Publicado em Posts sem título... por Carlos Eduardo Hock Selhorst, em 8/Agosto/2009

Publicado em Filmes por Carlos Eduardo Hock Selhorst, em 27/Maio/2009

Há muitos anos curto um bom filme de terror. O primeiro que me recordo ter assistido foi A Catedral, filme que nunca mais encontrei e que guardo lembranças aterrorizantes. Claro que outros filmes, mais clássicos, também me perturbaram bastante durando minha infância, como o Cemitério Maldito e A Colheita Maldita. Mas o filme que venho indicar aqui hoje não é bem um terror, mas mesmo assim tem boas chances de ser um clássico. Sabe aqueles filmes que querem ser tão aterrorizantes e “reais” (se é que isso passa pela mente dos produtores) que chegam a ser absurdos e extremamente engraçados? Pois então, Død snø, ou Dead Snow em título internacional e sem definição no Brasil, é um desses.
Eu sou muito mais fã do cinema Terrir do que o de Terror para falar a verdade e Dead Snow não fica devendo a nenhum dos clássicos desse gênero que já revelou, só pra contar um caso, o diretor Peter Jackson. Sim, para quem não sabe, Jackson tem um passado negro que agrega alguns clássicos do “terrir” como Fome Animal e Náusea Total antes de impressionar o mundo com o Almas Gêmeas e os superbadalados Senhor do Anéis e King Kong. 
Dead Snow, o longa que vem lá das terras geladas da Noruega,  é um filme que surpreende com algo além de um bom clássico do “terrir”, possui uma excelente trilha sonora com muito rock norueguês, locações escolhidas a dedo, atores com facetas cômicas impagáveis, um ritmo envolvente e um roteiro que tira do chapéu um final apoteótico e engana o expectador com relação a quem vive e quem morre no filme (uma das brincadeiras que os filmes de terror nos propõe).
A história é um show a parte. É surpreendentemente inusitada e posteriormente engraçada. Se você quer ver um filme com muito sangue, cenários bonitos, sustos, jovens alegres, muito rock e zumbis nazistas, essa é a melhor opção! Vale a pena conferir, garanto! Eu não via nada tão trash e divertido desde Black Sheep.

Há muitos anos curto um bom filme de terror. O primeiro que me recordo ter assistido foi A Catedral, filme que nunca mais encontrei e que guardo lembranças aterrorizantes. Claro que outros filmes, mais clássicos, também me perturbaram bastante durando minha infância, como o Cemitério Maldito e A Colheita Maldita. Mas o filme que venho indicar aqui hoje não é bem um terror, mas mesmo assim tem boas chances de ser um clássico. Sabe aqueles filmes que querem ser tão aterrorizantes e “reais” (se é que isso passa pela mente dos produtores) que chegam a ser absurdos e extremamente engraçados? Pois então, Død snø, ou Dead Snow em título internacional e sem definição no Brasil, é um desses.

Eu sou muito mais fã do cinema Terrir do que o de Terror para falar a verdade e Dead Snow não fica devendo a nenhum dos clássicos desse gênero que já revelou, só pra contar um caso, o diretor Peter Jackson. Sim, para quem não sabe, Jackson tem um passado negro que agrega alguns clássicos do “terrir” como Fome Animal e Trash – Náusea Total antes de impressionar o mundo com o Almas Gêmeas e os superbadalados Senhor do Anéis e King Kong

Dead Snow, o longa que vem lá das terras geladas da Noruega,  é um filme que surpreende com algo além de um bom clássico do “terrir”, possui uma excelente trilha sonora com muito rock norueguês, locações escolhidas a dedo, atores com facetas cômicas impagáveis, um ritmo envolvente e um roteiro que tira do chapéu um final apoteótico e engana o expectador com relação a quem vive e quem morre no filme (uma das brincadeiras que os filmes de terror nos propõe).

A história é um show a parte. É surpreendentemente inusitada e posteriormente engraçada. Se você quer ver um filme com muito sangue, cenários bonitos, sustos, jovens alegres, muito rock, sexo e zumbis nazistas, essa é a melhor opção! Vale a pena conferir, garanto! Eu não via nada tão trash e divertido desde Black Sheep.

Motivos para assistir Dead Snow:

1) Filme trash e muito engraçado;

2) Roteiro surpreendente;

3) Rock norueguês;

4) Zumbis nazistas;

5) Muito sangue.