Lembre-se

Posted in Poesias by Carlos Eduardo Hock Selhorst on 21/Dezembro/2006

Eu sou uma bomba relógio
Prestes a explodir
E destruir tudo o que tem em minha volta
Inclusive você

Aqui já não é mais seguro
Já não depende mais de mim
Corra e fuja para algum abrigo
Já não posso mais te proteger

Deixe que os raios te guiem
Para longe de tudo que é cinza
Para longe daqui
Para longe de mim

Por tudo que é mais sagrado
Vá sem olhar para trás
Não sou nem sombra do que eu era
Eu não sou mais seguro para você

Deixe que os raios te guiem
Para longe de tudo que é cinza
Para longe daqui
Para longe de mim

Deixa que a lua te salva
De todo o perigo mundano
E em noite estreladas
Lembre-se que eu fiz o meu melhor

Rascunho

Posted in Poesias by Carlos Eduardo Hock Selhorst on 19/Dezembro/2006

Você pôs tudo a perder
Quando disseram que não ias mais voltar
Meu coração já não agüenta mais bater
Você pôs tudo a perder

Você pôs tudo a perder
E eu fiquei sem saber para onde ir
Todo o meu chão se foi junto com você
E não quer mais voltar

Eu me remôo em perguntas sem respostas
Passo noites em claro tentando te achar
Tento me remontar, mas falta uma peça
Que é você
Que é você
Que é você
Que é você
Que é você

Curto

Posted in Poesias by Carlos Eduardo Hock Selhorst on 29/Novembro/2006

No seu vocabulário palavras incomuns
Mas ainda escorregas no “ch” e “x”
Não me contas se é “um” ou “uns”
Mesmo assim ainda te peço bis…

Ainda não entendes se é “la” ou “lá”
Se há crase ou não há…
Não trema no “a”. Ser “deixado” ou “deixar”
Ainda me perco em seu dificil linguajar…

No meio de tantos erros seus você só vê os meus…
E eu que manjo tanto de língua portuguesa não manjo nada de você.
Vai entender?